quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ah, a Palavra!


Ás vezes parece tão insuficiente e impessoal. É uma pena.
Tantas histórias, tão loucas e difíceis de acreditar, que mesmo que pensemos bastante, não se encaixam com as atuais circunstâncias de nossa vida. É de perder a motivação.

E aquelas longas listas então? Com nomes e números que depois de apenas alguns versículos já parecem estar se repetindo e repetindo de novo.. Como aplicar isso á vida?

E por essas chatices acabamos por deixar de lado esse livro tão magnífico dentre todos os outros. 

É o livro que apresenta o Ser mais importante e poderoso da história da existência: O Criador de todas as coisas. E Sua história com a nossa raça. Do surgimento á queda, e depois a eterna reconciliação. Suas leis, nossos erros, seu perdão, nossa obstinação, seu castigo, nosso pranto, sua misericórdia e  sacrifício final, e com o bônus de uma breve mas detalhada visão sobre a Sua volta.

Acontece que mesmo com histórias tão singulares, nossas 'fantasias' não são satisfeitas. Talvez pelo fato de que tais histórias singulares sejam reais. 
Então outras histórias mais absurdas são mais atraentes, e nos entregamos à essas ideias vindas de mentes excessivamente criativas e até perturbadas, das quais não temos pleno conhecimento.

Temos apenas que aceitar de uma vez por todas, que a Palavra é a única que produz vida. É a única que nos faz crer na existência de Seu autor. E mesmo que nem tudo se aplique á nossa vida, cada história ensina uma lição; mostra uma circunstância, uma fraqueza, uma ação do homem e a reação de Deus. Tudo ensina. 

Aos poucos, dia a dia, com insistência, dá sim pra fazer dEla o livro de cabeceira. Ela pode ser sim, o 'romance pra vida inteira'. 





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