sábado, 12 de outubro de 2013

Mas bá, tchê!

Cês 'tão vendo que eu voltei? 
Aliás, "cês" existem? É engraçado escrever quando se não sabe se lerão ou não. MAS, ainda assim, mais faço por mim hoje.

Queria conversar com um tantão de gente diferente sobre aquelas coisas que deixam a cabeça matutando. Aquelas coisas boas que a gente se sente útil dividindo com os outros, bem como recebendo deles.

Então, como 'cê 'tá hoje? 
Já pensou no que vai fazer do feriado? Se estudas, seria bom que se adiantasse nos compromissos próximos; se és cristão, dê esse dia pra Deus aprendendo a descansar, e mesmo assim, sem deixar de fazer o melhor possível (arejai as consciências! Diria Brás Cubas.). Se és trabalhador, descanse um pouco, longe das mídias, perto do silêncio. Se és músico, cante, ouça, estude um pouco, aprenda algo novo.

Se és filho, doe atenção, compreensão e tempo.
Se és filho, doe o coração.

Se és criança, feliz dia teu!
Aliás, mesmo que não seja, hoje é "dia" pra isso. Seria bom tentar.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Uma historinha!

Era uma vez uma menina, que banalizava todas essas histórias que começavam com "Era uma vez...". Ela não vivia num 'mundo da lua', mas também passava pouco tempo no mundo real. Morava num mundo dela, que era um pouco diferente dos mundos das meninas de sua idade. Era um mundo mais sério, com mais objetivos e menos sonhos e ilusões. Digamos que "Era uma vez uma menina diferente", que gostava de ser diferente, e pretendia ser diferente pelo resto da vida. 

Um dia, no entanto, como todos os outros "Era uma vez..." da história das histórias, ela conheceu um menino. 'Conheceu' sem conhecer, porque, como esclarece a frase anterior, eles não se conheceram de verdade. O fato é que alguma coisa aconteceu entre eles, porque se tornaram importantes um pro outro, mas não era aquela importância louca que era vista nos filmes da Disney ou nada parecido, mas uma importância gentil, que os ligava como que por um fino laço. 

Então começaram as tentativas para que se conhecessem, e adivinhem só? Tudo deu certo como aquela boa parte no início das histórias normais? Não. Nada deu certo. Nada nunca dava certo. 
Sempre alguma coisa acontecia, bem no dia, bem na hora, no momento que estava planejado para um encontro, caía o céu, morria o cachorro, o gato, chegava o amigo, o irmão, os parentes do Japão, e assim sempre acontecia. 

Só que eles não deixaram isso ser o ponto final não! E aí que fica a parte boa do início das histórias, porque eles foram aprendendo a lidar com relacionamentos sem ter um relacionamento. Era sim, muito diferente. E o tempo foi passando, e assim as coisas foram continuando. Nada dava certo, nunca, absoluta e definitivamente, mas eles nem ligavam.

E o ponto final? A lição de moral da história? Não tem. Porque não começou ainda. Engraçado né? 
E esse texto todo, que parece não ter um propósito bem real, na verdade é só pra dizer que existem uns tantos "Era uma vez" nesse mundão, e a maioria não são como os clássicos, mas eles existem sim! E por incrível que pareça, conseguem tornar 'normal' alguns aspectos da vida da mais diferente das meninas! 

E falando na menina, imagino que as coisas continuem não dando certo, e por isso imagino que ela deva estar com saudades do menino, e do que ainda não aconteceu. Imagino.




quarta-feira, 19 de junho de 2013

"[...] Pois se tenho a Cristo, tenho a verdade, sim
No 'Assim diz o Senhor' e não no 'eu acho que'. [...]"  

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Oração


(Resume-se a:)
"Torne meu sofrimento em testemunho, me esvazie de mim e desse mundo
E que o meu nome morra com meu corpo, e que o de Cristo permaneça em tudo." 

Identidade

Quem eu sou? O que eu devo fazer? O que é melhor pra mim? O que é certo

Essas dúvidas persistem. E como! Basta uma expectativa frustrada, um plano que dá errado e pronto: ressurgem no coração, e principalmente na mente, todas as questões existenciais e morais que perambulam pelas mentes mais pensantes. A diferença é que, não tenho o estudo necessário para saber como direcionar todas elas.

Vivo a guerra constante, pois conheço algo como 'bom', e como 'bem'. Este faço quando realmente decido, e me preparo para tal. Não é natural em mim.
Já o que conheço como 'mal', e como 'ruim', escolho quase sempre. Este faço por impulso, quando prefiro não pensar nas consequências. É inerente a mim.

Então, entra mais uma questão: há dias em que estou disposta a vencer a guerra, e há outros que não. Meu humor define como será meu desempenho.

E então, quem realmente eu sou?

A menina decidida a fazer o certo, a se autoafirmar na verdade e a servir de exemplo aos outros?

Ou seria a menina fraca, influenciada por tudo e por todos e suscetível a sentimentos depreciativos a qualquer momento?

Seria eu aquela que não é luz?

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Jesus me deu duas novas identidades, sal e luz.

Sei que as sou quando mesmo em meio à todo o tipo de comportamentos errados ao meu redor, e mesmo contra a minha própria vontade - que também se direciona para o errado, por ser, ilusoriamente, mais 'prazeroso' ou 'divertido' - escolho simplesmente agir certo. Integridade é a palavra.

A identidade que Cristo me deu, foi a de diferença e contraste. E é isso que sou.

Enquanto eu agir de forma a permanecer 'como os outros', a seguir o padrão, e a ser influenciada, sei que não serei aquilo que Ele me tornou. E por isso, devo me manter o mais próxima d'Ele que eu puder, sempre me esforçando para que tenha força para acertar, por meio de Seu amor.

É isso que Ele quer de mim, e Ele é a resposta para todas as minhas perguntas. N'Ele está minha identidade. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

A Bruna

Nem sei como começar isso. Nem sei o que vou fazer aqui. Estou orando, e é sério. O que dizer?

Talvez seria importante falar de todos os meus sentimentos em relação ao nome que titula o texto, talvez mais importante ainda seria apresentá-lo e caracterizá-lo de forma que todos o pudessem ver como eu vejo.  Mas sabe? Eu não sei não.

"Eu não sei o que vou te dar de aniversário, mas sei o que vou te fazer de aniversário", eu disse. E se não disse, pensei.
Aqui está, um texto, um dia, na página que me fez voltar às redes sociais depois de passar temos longe, e que, talvez só por causa deste texto, vai ficar sempre aqui.

Estou enrolando, não é?

Queria que fosse mais fácil, queria saber as palavras certas que talvez causariam comoção e seria lindo! Mas não sei. Mesmo.
Sei de alguém que me conhece há quase 11 anos. Que suportou e assistiu as minhas piores fases e aos meus piores comportamentos, e que, mesmo em meio a briguinhas de criança, ficou lá. E continua 'lá' até hoje. E olha que passou o tempo! Principalmente pra quem viveu pouco como nós.
Sei que, na minha lista de "5 casas preferidas" (nem sei mais se é esse o número, ou o nome), está numa das primeiras, senão na primeira colocação, aquela casa/estabelecimento comercial alimentício daquela família divertida e acolhedora, que só pode ter algum tipo de dívida com o Lá de Cima pra me receber tantas vezes com igual cuidado! "Amo muito tudo isso".
Sei que, se pudesse fazer alguns desejos que de fato se concretizassem, gostaria de desejar que Deus a fizesse entender quem ela é longe de tudo, qual o seu valor separado daquilo que a faz melhor ou pior. Gostaria que ela encontrasse tão grande amor que a suprisse por completo, concedendo aquela alegria que não há coisa no mundo que o possa fazer. Claro, gostaria de encontrar daqui há alguns anos, a melhor família naquela casa. A mais unida, a mais divertida e amável, a mais feliz. E quanto às amizades, que permaneçam as que forem suportadas. Porque no fim, acho que é isso.  A vida mantém alguns juntos, e separa outros, e é assim que é. Que os que se aguentarem por perto, fiquem por perto! "Porque melhor dois do que um, porque se um cai, o outro o levanta".

Gostaria de ser 'melhor' nessas coisas, gostaria de ser 'mais suficiente' como amiga. Gostaria de pedir perdão, porque mesmo que a boca diga que "não há o que ser perdoado", sei que essa é uma boa forma de renovar algumas coisas importantes pra que venha o 'pra sempre'.

Eu tô aqui, pra tudo aquilo que, por tudo que tu conhece, eu posso fazer. Porque sei que há o que eu prometo, e não cumpro. Por isso também peço perdão. Só, me aguente, porque enquanto isso for possível, poderá ter de mim tudo. "É pra isso que servimos".

Meu presente de aniversário pra ti, foi um bocado de preocupações por alguns dias, e esse texto confuso de agora. Mas há muito de mim nele. Aceite. Não posso fazer mais por enquanto, mas gostaria.

Tome todos esses "não posso" e esses "gostaria"s como brindes também.


Termino com "te amo"? Tu que sabe.

(juntas demais, bem poético) 


                                                   À Bruna. 

sábado, 1 de junho de 2013

Mais uma vez

Faz o maior tempão que não apareço por aqui.
E aí, o que acontece é que eu não sei como estamos. Não sei nem mais como eu estou.
Aí me pergunto: será que o amor permanece comigo?

Não digo isso por duvidar do amor, mas por duvidar de mim. Me distanciei, e não posso simplesmente pensar que 'está tudo bem', porque não está.

"Não quero me enganar, pensar que estás perto quando longe estou."

Por favor, sem mais delongas, só quero ouvir de novo tudo que me inspira e motiva. O que me move para ser melhor. Tudo que faz sentido pra mim.

Me perdi, e quero voltar. Como sempre.

Diga que permaneces o mesmo, e diga que ainda há o mesmo amor, que ainda espera por mim.
Diga que "ainda" ainda é a Tua palavra.

Mais uma vez.